Amarração e o dia dos namorados

Dia dos namorados, véspera do dia de Santo Antônio, o santo que se costuma chamar de casamenteiro, por ser evocado quando se quer um relacionamento. 

Não por acaso, Santo Antônio é sincretizado com Exu na tradição umbandista.

E hoje falamos de amarração, o processo pelo qual se chama as piores energias espirituais para se conseguir alguém.

O que é afinal uma amarração?

A amarração é um pedido feito a uma entidade que recebe um pagamento para trazer e manter uma pessoa presa emocionalmente a outra sem o seu consentimento.

Quem se aventurar a procurar na internet como fazer uma amarração vai ver que o processo não é tão diferente de um trabalho para fins mais dignos. O que se diferencia é a intenção do trabalho e qual a entidade trabalhada.

Como a amarração é feita contra o livre arbítrio da pessoa “amarrada”, nenhuma entidade que respeite a lei maior vai aceitar executar. Só espíritos com pouca luz e imorais aceitam pagamento pra tentar criar um casal à força. 

E como a lei maior é a do livre arbítrio, a amarração pode até parecer funcionar no primeiro momento, mas logo em seguida o arbítrio de cada um se faz valer e aquilo que parecia tão sólido se desmancha no ar.

E como a pessoa se protege de ser amarrado?

Muitas pessoas se sentem preocupados em serem alvo de amarrações amorosas e se perguntam como é possível se defender.

Como a amarração é uma prática contra a lei de Deus, ela só dá certo se tiver como alvo um espírito de vibração afim.

Sendo uma pessoa com uma faixa vibratória elevada, com bons pensamentos, moral cristã elevada, faz com que fique muito difícil um espírito sem luz ter espaço para atuar na sua vida. E quem se mantém firme na prática da caridade faz amigos que nem imagina, inclusive no plano espiritual. Amigos esses que vão fazer o possível para quebrar a magia baixa que possa ter sido feita. 

Amarração que vale a pena

Há no entanto uma amarração que é garantida que funciona, que nenhum guia rejeita e que é infalível:

Amarrar seu amor próprio!

Pombogira trabalha com o amor, e trabalha para o amor. E sabe que nenhum amor é mais forte e transformador que o amor por si mesmo!

“Amarre” o seu amor por si mesmo, peça que os guias tragam de volta tudo que você ama em si mesmo, não existe pombogira ou Exu que recusaria um pedido desses.

Trabalhe o amor em si e permita que o amado ou amada lhe encontre não por magia, mas por ver em você a melhor oportunidade de ser feliz que já apareceu no seu caminho.

E amarrado assim, homem nenhum escapa!

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Cleber Quichimbí

Cleber Quichimbí

Cleber 39 anos, filho de Oxalá... Idealista e emotivo. Metódico. Estudioso. Qualquer brinquedo é motivo para ser montado e desmontado. Este é seu maior desafio na vida: entender como as coisas funcionam nos mínimos detalhes.

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